Eu carrego o seu coração comigo
eu o carrego no meu coração.
Eu nunca estou sem ele.
Onde quer que eu vá, você vai, minha querida.
E o que quer que eu faça sozinho, foi você, minha querida.
Eu não temo o destino, porque você é o meu destino, minha doçura.
Eu não quero o mundo, por mais belo que seja, porque você é o meu mundo, minha verdade.
Este é o maior dos segredos que ninguém sabe.
Você é a raiz da raiz, e o botão do botão, e o céu do céu de uma árvore chamada vida; que cresce mais alto do que a alma pode esperar, ou a mente esconder.
Este é o milagre que distancia as estrelas.
Eu carrego seu coração
carrego no meu coração.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
sexta-feira, 17 de julho de 2009
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Adoooro comprar uma briga
Do Blog da Fê:
Arezzo e o caso de descaso com o cliente
Quanto tempo vocês acham que deveria durar uma bota da marca Arezzo, considerando a marca famosa e que a média de preço é acima de 300 reais? Uma bota que quase não foi usada, que você só calça em ocasiões especiais? Mais que 90 dias? Claro, né? Um calçado desses tem que durar alguns anos. Não, tolos.
Comprei uma bota tem mais ou menos uns dois anos e quase não usei, porque o salto é alto e então raramente uso. Outro dia, percebi que ela estava bamba, levei em um sapateiro e ele disse que a alma de ferro está quebrada. A alma de ferro é um ferrinho que fica entre onde você pisa e a sola, por dentro do sapato. É algo feito para não quebrar nunca. É claro que tem alguma coisa errada: a alma de ferro de uma bota que quase não foi usada, da marca Arezzo, não deveria quebrar. Levei na loja e a vendedora informou que não mandam para análise nada com mais de 90 dias de comprado.
É isso mesmo? Depois de 90 dias, um calçado Arezzo pode acabar? Sei que esperar que a loja ouça o que eu estou dizendo não é nenhum absurdo. Outro dia mesmo Minnie Nome Triplo levou na Mr. Cat uma sandália que ela comprou há uns três anos e arrebentou. Eles prontamente mandaram para a análise e consertaram. Mesmo a sandália não sendo nova, ninguém discutiu, ainda que fosse para manter a cliente, evitar uma repercussão negativa ou mesmo para verificar se alguma parte no processo de fabricação falhou.
Escrevi para o SAC da empresa relatando o problema e a resposta foi que, pela legislação, a loja não é obrigada a analisar um produto com mais de 90 dias de comprado. Em momento nenhum eu falei que achava que estivesse legalmente amparada. Só que eu acreditava que, talvez, uma marca como a Arezzo tivesse o cuidado de ouvir o cliente. Estamos falando de uma marca que pretende ser percebida como de alta qualidade e vende seus produtos com valores que seguem esta lógica.
No e-mail do SAC, eles disseram que “todos os direitos elencados no Código de Defesa do Consumidor foram e sempre são respeitados por toda Rede de Franquias Arezzo”. Jura??? Gente, é CLARO que eles respeitam o Código de Defesa do Consumidor. Eles não são malucos! Se não respeitassem, gastariam milhões em processos perdidos. Respeitar o consumidor hoje não é um diferencial. É o básico. Só que não é isso que vai fazer a marca se destacar. O diferencial não é fazer o "básico", a "obrigação", o que "atende à legislação", e sim, encantar o cliente, conquistá-lo. O contrário do resultado da minha história: uma cliente profundamente decepcionada. Infelizmente, não tenho acesso ao dono da marca, o empresário Anderson Birman. Parece um visionário, duvido que ia querer que o nome da marca ficasse arranhado assim. Mas essas histórias não chegam no dono da quitanda: param nos robôs do SAC.
Se você quiserem comprar um sapato que dure mais que 90 dias, já sabem: não comprem na Arezzo. E se não quiserem que os conhecidos de vocês também caiam nessa armadilha, comprando um sapato lá achando que é de qualidade, divulguem essa história. Postem nos blogs de vocês, mandem pra listas de e-mails, contem pros seus amigos. Porque ninguém aqui é mané pra ficar comprando produtos caros e depois ser tratado assim.
Arezzo e o caso de descaso com o cliente
Quanto tempo vocês acham que deveria durar uma bota da marca Arezzo, considerando a marca famosa e que a média de preço é acima de 300 reais? Uma bota que quase não foi usada, que você só calça em ocasiões especiais? Mais que 90 dias? Claro, né? Um calçado desses tem que durar alguns anos. Não, tolos.
Comprei uma bota tem mais ou menos uns dois anos e quase não usei, porque o salto é alto e então raramente uso. Outro dia, percebi que ela estava bamba, levei em um sapateiro e ele disse que a alma de ferro está quebrada. A alma de ferro é um ferrinho que fica entre onde você pisa e a sola, por dentro do sapato. É algo feito para não quebrar nunca. É claro que tem alguma coisa errada: a alma de ferro de uma bota que quase não foi usada, da marca Arezzo, não deveria quebrar. Levei na loja e a vendedora informou que não mandam para análise nada com mais de 90 dias de comprado.
É isso mesmo? Depois de 90 dias, um calçado Arezzo pode acabar? Sei que esperar que a loja ouça o que eu estou dizendo não é nenhum absurdo. Outro dia mesmo Minnie Nome Triplo levou na Mr. Cat uma sandália que ela comprou há uns três anos e arrebentou. Eles prontamente mandaram para a análise e consertaram. Mesmo a sandália não sendo nova, ninguém discutiu, ainda que fosse para manter a cliente, evitar uma repercussão negativa ou mesmo para verificar se alguma parte no processo de fabricação falhou.
Escrevi para o SAC da empresa relatando o problema e a resposta foi que, pela legislação, a loja não é obrigada a analisar um produto com mais de 90 dias de comprado. Em momento nenhum eu falei que achava que estivesse legalmente amparada. Só que eu acreditava que, talvez, uma marca como a Arezzo tivesse o cuidado de ouvir o cliente. Estamos falando de uma marca que pretende ser percebida como de alta qualidade e vende seus produtos com valores que seguem esta lógica.
No e-mail do SAC, eles disseram que “todos os direitos elencados no Código de Defesa do Consumidor foram e sempre são respeitados por toda Rede de Franquias Arezzo”. Jura??? Gente, é CLARO que eles respeitam o Código de Defesa do Consumidor. Eles não são malucos! Se não respeitassem, gastariam milhões em processos perdidos. Respeitar o consumidor hoje não é um diferencial. É o básico. Só que não é isso que vai fazer a marca se destacar. O diferencial não é fazer o "básico", a "obrigação", o que "atende à legislação", e sim, encantar o cliente, conquistá-lo. O contrário do resultado da minha história: uma cliente profundamente decepcionada. Infelizmente, não tenho acesso ao dono da marca, o empresário Anderson Birman. Parece um visionário, duvido que ia querer que o nome da marca ficasse arranhado assim. Mas essas histórias não chegam no dono da quitanda: param nos robôs do SAC.
Se você quiserem comprar um sapato que dure mais que 90 dias, já sabem: não comprem na Arezzo. E se não quiserem que os conhecidos de vocês também caiam nessa armadilha, comprando um sapato lá achando que é de qualidade, divulguem essa história. Postem nos blogs de vocês, mandem pra listas de e-mails, contem pros seus amigos. Porque ninguém aqui é mané pra ficar comprando produtos caros e depois ser tratado assim.
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